QUANDO SE PERDE
A LIBERDADE
Indomável
deseperado se debate.
Dias e dias na cruel e fria gaiola.
Cansada fica inerte e sonolento por inteiro.
Resolve adormecer alegrando seu dono gabola.
Mesmo sendo perdedor é valente vai ganhar valor.
Após passar s canseira o pássaro vai despertar.
Começando naquela madrugada sua primeira seresta.
Diz seu dono, esta descansado vai passando o mau humor.
Canta porem em ritmo de um sofrido lamento é o seu cantar.
Seu dono festeja chamando os amigos é uma grande festa.
Escutem que lindo canto, isso é agora e por enquanto.
Canta com sentimento, como um aviso para seus companheiros.
Eles poderão responder, como se fosse um triste lamento.
Não por alegria, nem por felicidade e sim por um chamado de
desespero.
Sua vida foi desviada, quando perdeu sua liberdade!
As aves gostam de ter companheiros não nasceram para ser confinadas.
Ainda em dia esse belo curió, poderá cantar fora da
cruel prisão.
Mesmo sendo difícil cantar como antes, depois de serem condenados.
Eles são como a gente tem sentimentos em seu peito e coração.
Muitos deles podem deixar de se lamentar, indo morrer de tristeza.
Pássaros são todos assim! Alguns não agüentam
e são vencidos.
Muitos deles até podem se acostumar e iram cantar com certeza.
Outros deixam de cantar vão se confinando até morrer.
Eles têm sentimento podem cair ao extremo perdendo toda a beleza.
Sendo obrigados por nossa vaidade, perder a bela liberdade.
Por nosso prazer e ignorância fazendo-os prisioneiros sem nada
dever.
Tem a vida como nós devem ser respeitados e por nós
ser admirados.
Deveríamos com a sua ultima liberdade, eles tem o direito do
querer.
Vai belo curió canta unicamente no habitat, perdendo o seu
universo.
Como eu posso fazer o que gosto só quero escrever meus simples
versos.
Deixe essa cruel gaiola seu eu pudesse iria dar um jeito de salva-lo.
É o que sinto ao vê-lo triste, sem poder ser livre sem
liberdade.
Vendo voar solto feliz curtindo a natureza toda essa beleza.
Curió... belo curió foge da um jeito para não
ficar tão só.
Seu canto será belo no seu verdadeiro lugar, vai curió
cantar.
As aves têm o direito de ser felizes, livres nesta natureza
bela.
Viva a eterna liberdade de que nós da plena felicidade.
É o seu universo! Como são meus queridos versos.
Desperte vai fazer o seu fofinho ninho e nele ter seu carinhos.
Curió... não precisa cantar para mim cante para o mundo.
Assim será um canto autentico e muito feliz.